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Braga :: PSD/CDS/PPM e PS

análise de Rodrigo Saraiva, em 24.10.13






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publicado às 16:36


Azambuja :: PS e PSD/CDS/MPT/PPM

análise de Telmo Carrapa, em 25.09.13

KISS vs. Proximidade – combate dia 29

Em 2009 Azambuja observou uma vitória inquestionável do PS, com 56,61% dos votos e cinco vereadores (em sete do executivo camarário). A coligação PSD/CDS/MPT/PPM seguiu-se com 17,18% dos votos e a CDU (PCP/PEV) com 16,89% - ambos com um vereador eleito.

Mas com a renúncia do presidente eleito em 2009 (por motivos de saúde), sobe à presidência Luís de Sousa (vice-presidente) que agora se apresenta naturalmente ao eleitorado como candidato à Câmara Municipal.

Dizem as nossas fontes (se não for verdade que nos enviem outra informação que alteramos) que Luís de Sousa não é da sede do concelho (é de Alcoentre – freguesia do concelho mas não de Azambuja) e que a população de Azambuja, que pesa cerca de um terço no total dos habitantes do concelho (habitantes – não votantes que essa informação não consegui apurar), valoriza esse facto. Aliás, as mesmas fontes dizem-nos que sempre que o PS apresentou candidatos de fora da sede do concelho terá perdido as eleições.

Será esta uma oportunidade para a coligação PSD/CDS/MPT/PPM que volta a concorrer? Vejamos os cartazes de campanha:

Este é um cartaz KISS (Keep It Simple Stupid). E no meio de algumas salganhadas que já vi nestas autárquicas, um cartaz KISS não me choca: candidatos alinhados, eles sem gravata para passar proximidade, elas mais formais para transmitir seriedade (penso eu de que), um fundo vermelho a remeter para o património gráfico do PS (sim, é este o património histórico, não o verde “Autárquicas 2013”, nem o rosa da “Paixão”), identificação da lista em barra inferior e um slogan que diz ao que vem: “O rumo natural” – continuidade da governação. Só é pena o carimbo no canto superior direito que além de não ter leitura não acrescenta nada por aí além.

A coligação PSD/CDS/MPT/PPM (a partir de agora referida apenas como “coligação”, pois aquelas siglas todas gastam-me o espaço), apostou numa campanha de proximidade. E a proximidade é positiva, sobretudo em campanhas autárquicas.

Assim, apostou na dispersão de muitos cartazes de pequeno formato, sobretudo na vila (muita presença num espaço mais reduzido – criando a sensação de massificação com custos menos elevados), colocando os candidatos nas mesmas, o que dá uma dispersão de caras que transmite uma “força de fundo” – mobilização.

As fotos estão bem tiradas (as que recebemos e vimos) e transmitem empatia. São simpáticas e apresentam os candidatos sem os identificar (o que por norma não gostaria) mas que ao remeter para outros materiais de campanha, consegue dinamizar e despertar ainda mais os mesmos. Obriga a mais trabalho de rua? Sim e ainda bem. Como disse acima, as autárquicas são eleições de proximidade e se não houver “rua” nestas, então não faz sentido candidatar-se.

Quanto ao slogan, também aqui se é directo: “Somos a mudança” diz ao que vem, ainda mais quando são “assinatura” de uma série de cartazes com várias pessoas. Uma vez mais transmite dinamismo.

São duas campanhas diferentes mas consistentes. Dia 29 vamos ver qual a mais eficaz.

 

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publicado às 08:30


sons de campanha :: Figueira da Foz :: Somos Figueira

análise de Rodrigo Saraiva, em 21.08.13

aqui viajámos à Figueira da Foz para análise do primeiro cartaz da coligação Somos Figueira que junta PSD, CDS, PPM e MPT. Hoje voltamos para ouvir e partilhar o hino desta candidatura.

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publicado às 17:55


Lisboa :: PPM/PPV/PND

análise de Rodrigo Saraiva, em 20.08.13

Por estes dias Lisboa foi surpreendida com cartazes da Plataforma de Cidadania. O que à primeira vista parece mais um movimento independente no âmbito das autárquicas é apenas a junção de três partidos “pequenos”, o PPM, PPV (Pró-vida) e Nova Democracia. Os símbolos dos partidos até estão repetidos, mas são mesmo apenas os símbolos. Quem conhece percebe, quem não conhece será que se questiona?

Mais um cartaz que segue a mania das ondinhas (haja paciência) e um lettering banal para uma mensagem de ataque directo aos partidos “grandes”. Um cartaz com duas mensagens exclamativas (!), mas em que uma trata o eleitor por “você” e a outra por “tu”. Já se decidiam no tom. Depois outra indecisão, no “É a tua VEZ!”, porque raio a opção das maiúsculas no “VEZ”? Se era para seguir esta opção não faria mais sentido ter colocado as maiúsculas no “TUA”?. O cartaz tem um azul que chama a atenção, mas é um cartaz sem nexo.

Nestes cartazes é ainda de ressalvar que não houve cuidado na implementação das estruturas, pois depois dos buracos feitos para as estruturas deixaram as pedras amontoadas junto aos ferros. E há eleitores que não gostam. Para uma plataforma de cidadania, não está mal. Outra falta de cuidado é no cartaz colocado no Saldanha, onde a mensagem perde toda a eficácia por ficar tapada pelas folhas da árvore. Vá lá que não deram uma de jardineiros, depois da falta de jeito para calceteiros.

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publicado às 13:46


Mealhada::PS e Coligação PSD, MPT, CDS-PP e PPM

análise de Virginia Coutinho, em 09.08.13

O concelho da Mealhada é conhecido pelo leitão ou como sendo “a terra das 4 maravilhas da mesa: pão, água, vinho e leitão”.

Este concelho, do distrito de Aveiro, é governado pelo partido socialista desde 1989, com sucessivas maiorias absolutas. Aliás, desde 1976 e até 2013, apenas em 1985 ganhou um partido que não o PS, neste caso o PSD.  Estes eram tempos “áureos do Cavaquismo” e a vitória foi retirado ao PSD, em 1989, pelas mãos de Rui Marqueiro que esteve à frente desta câmara municipal até 1999, altura em que entregou a autarquia ao seu número dois.

 Este é o candidato a presidente da Câmara Municipal da Mealhada, apresentado pelo PS, (Carlos Cabral, actual presidente, atingiu o limite de mandatos).

 

O PSD, neste caso coligação do PSD, MPT, CDS-PP e PPM, apresenta como candidato Gonçalo Vigário Louzada, actual presidente do Conselho de Administração da Sociedade Agrícola Caves Messias, conhecido pelo seu envolvimento com o desporto da terra, como o clube de hóquei em patins.


João Louceiro é o candidato da CDU. Braço direito de Mário Nogueira no Sindicato de Professores do Centro, que procurará voltar a ter um vereador no executivo (em 1989 perdeu o seu vereador Carlos Cabral, actual presidente da câmara).


Por fim, o Bloco de Esquerda apresenta como candidato à Câmara Municipal Ricardo Coelho, portuense, licenciado em Economia, residente em Canedo, Pampilhosa.

 

Em resumo, temos 4 candidatos, 3 partidos de esquerda e uma coligação de direita que acredita que este poderá ser o caminho para recuperarem o poder que perderam há mais de 20 anos.


Comecemos com a análise das imagens de campanha do candidato da coligação PSD, MPT, CDS-PP e PPM:


Na minha opinião este está longe de ser um bom outdoor. Está demasiado confuso: 3 ou 4 tamanhos de texto, 2 ou 3 tipos de letra de várias cores e sobrepostas, o esfumado verde com um outro que me parece cor-de-rosa. Não está harmonioso. O nome do candidato não é fácil de ser lido e o contraste e escolha de cores da sua assinatura (vermelho e verde) não é o melhor. De realçar que mais uma vez o verde é a cor escolhida, cor da esperança e das paisagens.

Por outo lado gosto da fotografia do candidato. A roupa é adequada e o candidato tem um “ar próximo”.

 

É, certamente, “defeito de profissão”, mas a primeira coisa que vi no outdoor foi a referência ao Facebook. Neste outdoor temos o link e nome de utilizador, devidamente definido. Embora ache o nome de utilizador demasiado longo, este é a assinatura da campanha (e também o domínio do website).

 

Em resumo, se simplificassem a imagem, tirando os esfumados, optando por um fundo de uma cor e evitassem todos os tipos de letra, tamanhos e cor presentes, penso que seria bastante mais impactante.


 

Passemos agora à análise do outdoor de Rui Marqueiro, candidato a Presidente pelo PS. Gosto bastante mais deste outdoor! Há harmonia entre os vários elementos e transmite a “tranquilidade", associada à cor escolhida. O fundo azul e a escolha das letras brancas é, na minha opinião, uma óptima combinação.

A fotografia é adequada, o candidato está a sorrir, a olhar em frente. A roupa é também ela adequada.

Neste outdoor também está referenciado o Facebook. Aliás, é mencionado o Facebook e não o website, o que me leva a assumir que esta será a principal plataforma online desta campanha.

 

O slogan não é diferenciador, e se um “está pela terra” o outro “está pelas pessoas”.

De realçar as letras pequeninas na camisa do candidato, que dificilmente serão lidas, com a mensagem “candidato a presidente da CM da Mealhada”.



Resta-nos saber se o PS conseguirá somar mais uma vitória ou se a coligação conseguiu ser suficiente forte para conquistar esta Câmara Municipal...

 

Poderão recuperar a análise realizada aos materiais de comunicação dos candidatos de 2009, aqui.



(Os nossos agradecimentos ao Nuno Castela Canilho pelo envio das imagens.)




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publicado às 10:49


Imagens de campanha

Compilação e análise de imagens das Campanhas Portuguesas (e não só). Cartazes, folhetos e materiais digitais (e outros). O melhor e o pior. Os verdadeiros e não só.

e em 2009 foi assim


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