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Sintra :: PS, PSD/CDS/MPT e Independentes

análise de Rodrigo Saraiva, em 24.10.13
















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publicado às 16:50


Viana do Castelo :: PS, PSD, CDS/MPT

análise de Telmo Carrapa, em 02.10.13

Prognósticos só depois do jogo

Isto de analisar campanhas tem muito que se lhe diga. Houve campanhas de que gostei (mas os “donos” das mesmas perderam), houve campanhas que abominei (mas os “donos” das mesmas ganharam – e por muito), houve campanhas que gostei e que ajudaram a melhorar os resultados em relação às últimas autárquicas e houve campanhas de que não gostei e que contribuíram para piores resultados em relação às mesmas últimas autárquicas. Ainda bem que foram só as campanhas a serem analisadas e não houve previsões de resultados…

Assim sendo, aqui vai uma a posteriori que ajuda muito. Ou talvez não.

Se eu tivesse escrito isto antes do dia 29 teria dito que das três campanhas que recebemos de Viana do Castelo eu gostei mais da do CDS/MPT. Tem um slogan interessante e diferente, uma silhueta do ex-libris da cidade e umas fotos que transmitem empatia.

Da do PSD diria que tem uma boa foto, um símbolo criado para as eleições que é relevante e que diz algo aos locais, um arranjo gráfico interessante mas um slogan vazio.

Já no do PS repetiria o que escrevi para o do PSD, com excepção do símbolo e do arranjo gráfico que é mais pobrezinho.

Mas o que vale é que não escrevi isto antes. Pois agora já posso dizer que a do PS é muita boa! (47,67% dos votos a isso obrigam), a do PSD está assim-assim (26,56%) e a do CDS/MPT é muito fraquinha (4,28%). Isto de analisar campanhas tem muito que se lhe diga…

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publicado às 18:10


Azambuja :: PS e PSD/CDS/MPT/PPM

análise de Telmo Carrapa, em 25.09.13

KISS vs. Proximidade – combate dia 29

Em 2009 Azambuja observou uma vitória inquestionável do PS, com 56,61% dos votos e cinco vereadores (em sete do executivo camarário). A coligação PSD/CDS/MPT/PPM seguiu-se com 17,18% dos votos e a CDU (PCP/PEV) com 16,89% - ambos com um vereador eleito.

Mas com a renúncia do presidente eleito em 2009 (por motivos de saúde), sobe à presidência Luís de Sousa (vice-presidente) que agora se apresenta naturalmente ao eleitorado como candidato à Câmara Municipal.

Dizem as nossas fontes (se não for verdade que nos enviem outra informação que alteramos) que Luís de Sousa não é da sede do concelho (é de Alcoentre – freguesia do concelho mas não de Azambuja) e que a população de Azambuja, que pesa cerca de um terço no total dos habitantes do concelho (habitantes – não votantes que essa informação não consegui apurar), valoriza esse facto. Aliás, as mesmas fontes dizem-nos que sempre que o PS apresentou candidatos de fora da sede do concelho terá perdido as eleições.

Será esta uma oportunidade para a coligação PSD/CDS/MPT/PPM que volta a concorrer? Vejamos os cartazes de campanha:

Este é um cartaz KISS (Keep It Simple Stupid). E no meio de algumas salganhadas que já vi nestas autárquicas, um cartaz KISS não me choca: candidatos alinhados, eles sem gravata para passar proximidade, elas mais formais para transmitir seriedade (penso eu de que), um fundo vermelho a remeter para o património gráfico do PS (sim, é este o património histórico, não o verde “Autárquicas 2013”, nem o rosa da “Paixão”), identificação da lista em barra inferior e um slogan que diz ao que vem: “O rumo natural” – continuidade da governação. Só é pena o carimbo no canto superior direito que além de não ter leitura não acrescenta nada por aí além.

A coligação PSD/CDS/MPT/PPM (a partir de agora referida apenas como “coligação”, pois aquelas siglas todas gastam-me o espaço), apostou numa campanha de proximidade. E a proximidade é positiva, sobretudo em campanhas autárquicas.

Assim, apostou na dispersão de muitos cartazes de pequeno formato, sobretudo na vila (muita presença num espaço mais reduzido – criando a sensação de massificação com custos menos elevados), colocando os candidatos nas mesmas, o que dá uma dispersão de caras que transmite uma “força de fundo” – mobilização.

As fotos estão bem tiradas (as que recebemos e vimos) e transmitem empatia. São simpáticas e apresentam os candidatos sem os identificar (o que por norma não gostaria) mas que ao remeter para outros materiais de campanha, consegue dinamizar e despertar ainda mais os mesmos. Obriga a mais trabalho de rua? Sim e ainda bem. Como disse acima, as autárquicas são eleições de proximidade e se não houver “rua” nestas, então não faz sentido candidatar-se.

Quanto ao slogan, também aqui se é directo: “Somos a mudança” diz ao que vem, ainda mais quando são “assinatura” de uma série de cartazes com várias pessoas. Uma vez mais transmite dinamismo.

São duas campanhas diferentes mas consistentes. Dia 29 vamos ver qual a mais eficaz.

 

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publicado às 08:30


sons de campanha :: Tomar :: MPT

análise de Rodrigo Saraiva, em 23.09.13

Flávio Nunes ganhou notoriedade nacional por ser um dos dois candidatos, enquanto cabeça de lista a uma Câmara, mais novos nestas autárquicas. Com os seus 18 anos este tomarense, cidade onde reside e estuda, nunca seria aqui alvo de análise no que diz respeito a cartazes na rua, pois assumiu logo que não faria essa opção. E ainda bem, pois assim concentrou a sua criatividade e recursos neste hino e vídeo de campanha que me parece, tendo em conta as possíveis limitações de meios, muito bem conseguido. Critica os adversários e puxa pela terra numa forma divertida e apelativa. Para o Flávio: kudos.

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publicado às 16:02


sons de campanha :: Figueira da Foz :: Somos Figueira

análise de Rodrigo Saraiva, em 21.08.13

aqui viajámos à Figueira da Foz para análise do primeiro cartaz da coligação Somos Figueira que junta PSD, CDS, PPM e MPT. Hoje voltamos para ouvir e partilhar o hino desta candidatura.

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publicado às 17:55


Imagens de campanha

Compilação e análise de imagens das Campanhas Portuguesas (e não só). Cartazes, folhetos e materiais digitais (e outros). O melhor e o pior. Os verdadeiros e não só.

e em 2009 foi assim


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